A maioria dos servidores da nuvem roda Linux, e a forma de operá-los é pelo terminal — aquela tela preta onde você digita. Não tem mouse dentro de um servidor: você entra por SSH e resolve tudo com comandos.
Ser capaz de entrar numa máquina e trabalhar: navegar entre pastas, ler um log pra descobrir por que a aplicação caiu, instalar um programa, ajustar permissão de arquivo. Sem isso, você cria o servidor pela AWS CLI mas não consegue usá-lo.
Cada atividade é um pedido de trabalho, do jeito que ele chega no dia a dia — você resolve digitando os comandos, não escolhendo alternativa.
No Linux você se localiza com pwd (print working directory). Mostre o diretório atual.
Toda instância EC2 loga como um usuário. Descubra quem você é com whoami.
Liste os arquivos e pastas da sua pasta atual com ls.
Existe uma pasta logs aí. Entre nela com cd e confirme com pwd se quiser.
Volte para a sua pasta pessoal (home). Dá pra usar cd .. ou cd ~.
Crie um diretório chamado backups com mkdir.
Crie um arquivo vazio chamado tarefas.txt com touch.
Escreva o texto Estudar Linux dentro do tarefas.txt usando echo e o redirecionamento >.
Mostre o conteúdo do tarefas.txt com cat.
Veja o conteúdo do relatorio.csv com cat.
Copie o tarefas.txt pra dentro da pasta backups com cp.
Renomeie o tarefas.txt (o da pasta atual) para todo.txt usando mv.
Apague o arquivo todo.txt com rm.
Igual no lab de SSH: a chave labsuser.pem precisa ficar só com leitura pro dono. Aplique chmod 400 nela. (É o que destrava o ssh!)
No arquivo logs/app.log tem linhas de erro. Use grep pra mostrar só as linhas que contêm erro.
Quantas linhas tem o logs/app.log? Descubra com wc -l.
A habilidade mais importante: ler a documentação. Abra o manual do comando ls com man.
Liste com detalhes (permissões, dono, tamanho) usando ls -l. Repare na 1ª coluna, tipo -rw-r--r--: são as permissões de dono, grupo e outros.
Crie de uma tacada só a estrutura deploy/artefatos com mkdir -p — o -p cria os diretórios pais que faltam.
O notas.txt já tem conteúdo. Anexe a linha Revisar billing no fim (sem apagar o resto) usando o redirecionamento duplo >>.
Arquivos de log ficam enormes. Mostre só as 3 primeiras linhas do logs/app.log com head -n 3.
No logs/app.log tem linhas de INFO e de erro. Mostre só as de INFO com grep.
Deixe o notas.txt acessível só pro dono (ler e escrever) com chmod 600 — ninguém mais mexe.
Na AWS de verdade, a pasta .ssh precisa ser privada ou o SSH recusa. Crie a pasta .ssh e deixe ela em 700 (só o dono entra).
A pasta projetos não é mais necessária. Apague ela e tudo que tem dentro com rm -r.
Quantas linhas o notas.txt tem agora (depois do que você anexou)? Descubra com wc -l.
Monte um projeto do começo ao fim: crie a pasta projeto-final, entre nela, e crie o readme.md com o texto Deploy na AWS dentro.
Ler explica. Digitar fixa. No CLImb você roda os comandos de verdade num terminal AWS simulado — o estado persiste entre eles, como na nuvem real.
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